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  • Vinicius Vital

Polícia identifica homem atingido por botijão de gás em Copacabana - ONDA CERTA FM

O DIA

Botijão de gás foi arremessado do edifício Cannes, que fica na esquina das ruas Djalma Urich e Aires Saldanha - Reginaldo Pimenta / Agência O Dia

Rio - A Polícia Civil identificou como Pedro de Brito Lima o homem que morreu na segunda-feira (12), após ser atingido por um botijão de gás arremessado da janela de um prédio na Rua Aires Saldanha, em Copacabana. O reconhecimento do homem foi feito através de impressão digital, já que nenhum familiar foi ao Instituto Médico Legal (IML). O pedreiro Venílson da Silva, que arremessou o botijão, já está preso.

Pedro vendia frutas na região e era conhecido pelo apelido de 'Tronco'. Segundo moradores, ele era um homem tranquilo e vivia sozinho nas ruas, embora tivesse familiares no morro Pavão-Pavãozinho. Conhecidos e clientes sabiam pouco sobre a vítima, apenas que tinha cerca de 50 anos e que era natural da Paraíba.


"Ele não falava muito sobre a história dele. Eu o conhecia há uns seis pelo anos. Ele comprava fruta aqui comigo e saía oferecendo pelo bairro. Era muito batalhador e guerreiro", conta o vendedor Antônio Pereira, de 34 anos, que trabalha na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. "Eu tomei um susto quando me falaram, fui correndo pra lá. Ele era muito conhecido, dormia sempre na Sá Ferreira, mas ontem, ele estava ali", lamenta.

Para o taxista Figueiredo, de 63 anos, o que houve foi uma fatalidade. "Ele não parava, ele vivia andando pelas ruas e ontem estava parado ali. Não tem explicação para o que aconteceu. Ele não mexia com ninguém, era muito tranquilo. Tinha dia que ele passava com o caixote de banana, às vezes, manga. Ele estava sempre vendendo aqui pra gente no ponto."

Pedreiro deu entrada no sistema prisional

Venílson da Silva foi preso em flagrante por arremessar o botijão de gás do 12º andar do edifício Cannes, na Rua Aires Saldanha, quase esquina com a Rua Djalma Urich. Conforme informações, o pedreiro teve um surto psicótico e começou a jogar objetos pela janela do último andar do prédio, entre eles um pedaço de fogão, e, posteriormente, o botijão que atingiu a vítima. Venílson passava por um tratamento e já tinha apresentado outros episódios de transtornos psicológicos.

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